sábado, 2 de julho de 2011

Let us be

It's all about that isn't it?
Female and male
Mrs Friendship is dead
Dear Sanity you're going to fail
Seems like an awkward stalking
With no reason
While I'm walking
With your yesterday
Today
Do you know my status?
Do you even know me?
Move on darling
Let us be
even if we are just
Well, whatever

Yazalde

4 comentários:

  1. Eina, deparei-me agora com esta escrita e, por momentos, julguei que fosse dirigida a mim.
    Proponho um exercício de imaginação, já que somos todos do meio dito "artístico". O exercício é muito simples, parto do princípio que é, de facto, dirigida a mim e tento esclarecer o meu ponto de vista.É a base de uma boa comunicação.

    Ponto 1) Os teus primeiro, segundo e terceiro versos não podem co-existir com o, pelas minhas contas, décimo primeiro; isso porque quando usamos de um argumento como "não me conheces", não podemos precede-lo de premissas que demonstram também desconhecimento do carácter do outro indivíduo (descredibiliza um bocado)...no caso indivídua, eu, Bárbara Lago de Góis, pela graça dos meus pais e do nosso Senhor Jesus Cristo, que tenho um melhor amigo HOMEM (já que a questão do género é posta como principal factor de impedimento a uma suposta amizade) 'a coisa de 5 anos.Sem contar que essa comigo não pega,qualquer pessoa que conheça a Bárbara Góis, que seja de nome, pelas razoes realmente importantes (porque a minha identidade não tem como pilar de sustento os homens com quem eu já me possa ter relacionado. Não existo por ser "ex" de ninguém) sabe que sou feminista assumida - espero que isso diga muito.

    Ponto 2) Bem, não quero entrar pela questão do enquadramento da frase, da chamada coesao textual, por isso vou só agradecer a preocupação com a minha sanidade mental e aproveitar para dizer que ela anda muito bem, obrigada.

    Ponto 3) Acredita, eu tenho muitas mais 12 cadeiras, propinas, vida política, vida social e quase 20 anos de idade (gosto de pensar que de maturidade também) para não andar a perseguir o que quer que seja ou quem quer que seja. Acho que as "razoes", recuperando a tradução de uma palavra do sexto verso (original no singular), para eu não andar a fazer o que sou acusada já foram bem enumeradas.


    Ponto 4) Um ponto fulcral, isso do andares com o meu passado no hoje. Esse passado não te inclui, porquanto não deverias opinar...sequer é algo que possas por ti própria localizar no tempo, não és agente activo na oração. É algo que eu resolvo com o Bruno, e tanto acho que deva assim ser feito que nunca te dirigi palavra nenhuma. Ainda assim, se o fizesse, seria pessoalmente e não num post de blogue.


    Ponto 5) Não, realmente não sei do teu "status", mas espero que não seja "quo" depois de perceber a minha linha de raciocínio. Depois das coisas bem explicadas.

    Ponto 6) Darling, why should I? Whether you believe or not, I'm quite well standing right where I am at this moment.

    Ponto 7) Vós? Eu não tenho nada contigo, nunca tive. Sequer conheço-te, como tu própria referiste. Deixar implica possuir, ter cativo..quer dizer é-me tão absurdo que eu não consigo perceber o que queres que EU faça.


    Well, in order to finish it the way I like it: hope you don't take it personal.
    (Perdoa-me qualquer falha ortográfica, se estiveres disposta)

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  2. Escrevo sobre o que mais me marca ou aos que me estão próximos( porque nem sempre temos sobre o que escrever). Este poema é somente um desabafo, não tenho intenção de ofender ninguém, antes pelo contrário. Com isto pretendo esclarecer algumas questões. Tenho amigos de quem gosto, e desagrada-me constantes comentários sobre uma possivel relação amorosa, já que, como referi, não existe o conhecimento "publico" do meu estado civil. Agradeço que tenhas posto as coisas "em pratos limpos" e perdoa-me alguma coisa que te possa ter ofendido.

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  3. Relax...some past is done, dead and gone.

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my future child ~~,

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e ripa na rapaqueca